6 Dicas Para Não Se Estressar No Trânsito


1. Aprenda a lidar com sua raiva.

A raiva é uma emoção como todas as outras, e, se você tem o domínio sobre ela, dificilmente sairá do eixo. Isso não quer dizer que você não irá sentir raiva, pois essa emoção aparece com o estímulo externo; porém, dominando-a, você saberá como agir.

Uma pessoa que não tem o domínio da raiva grita, xinga, arranca com o carro, buzina, buzina, buzina...

No momento em que sentir que a raiva está tomando conta de você, inspire profundamente pelo nariz e solte o ar completamente pela boca. Faça isso por, no mínimo, 3 vezes, calma e pausadamente. Dessa forma, estará enviando uma informação para seu corpo de que, apesar de sentir raiva, está conseguindo manter o equilíbrio.


2. A rua não é um campeonato de corrida.


Se você é uma pessoa competitiva, provavelmente sairá de carro acreditando que está em um campeonato que precisa vencer. Pode ser que encontre outros competidores nas ruas que o enfrentem e queiram vencê-lo; pode ser que encontre pessoas que estejam usando o carro como lazer, para passear, se divertir, não querendo correr ou competir e isso o tire do eixo.

Mais uma vez estamos falando da raiva.

Você não precisa deixar de ser competitivo; mas utilize esse recurso em um lugar que seja mais favorável e que LITERALMENTE você possa ganhar, caso contrário, vai achar que está sempre perdendo porque sempre existirá um carro a sua frente.


3. A necessidade do outro difere da sua.


Cada pessoa tem sua necessidade: uns usam o trânsito como trabalho e andam devagar, esperando passageiros; outros só querem chegar ao trabalho; alguns para passear... Cada um com seu propósito. Não temos como saber qual é a necessidade de cada pessoa que está dentro dos carros, mas todos temos que saber e respeitar as regras básicas do trânsito: andar na pista certa para cada velocidade; não falar ao celular para não se distrair, bater com o carro, se ferir e causar mais problemas no trânsito; respeitar os lugares certos para estacionar...

Seguindo as regras, conseguimos manter uma organização para que a necessidade de cada um seja atendida.


4. Buzinar sem parar aumenta seu nível de estresse e o dos outros.


Aceite. Se está trânsito, está trânsito, não adianta buzinar desesperadamente. A quantidade de vezes em que você buzina, só vai aumentar seu nível de estresse e o de todos que estão a seu redor. A buzina é para ser usada como um recurso de emergência, um alerta. Se tudo está parado, e você perceber que não tem o que fazer, tente respirar profundamente como eu disse na primeira dica.

Repita: Está trânsito e eu não tenho controle sobre isso.


5. Tenha maturidade para entender a falta de maturidade do outro.


Concorda que ficar gritando, buzinando e acelerando, é um comportamento infantil? A criança não tem paciência para esperar, não aprendeu a lidar com situações de desconforto emocional, quer tudo do jeito dela e imediatamente. Se você esbarrar com uma pessoa assim no meio do caminho, seja o adulto, não tente educa-la, simplesmente não reaja como ela.


6. Crie alternativas que estimulem seu prazer, enquanto estiver no trânsito (boas músicas, áudios de estudos, converse com alguém legal no viva voz).


Para tudo na vida existe a possibilidade de se lidar da melhor ou da pior forma possível. Faça de suas viagens um momento de prazer; escute suas melhores músicas; organize conteúdos de estudo ou vídeos que possa ouvir (sem ter que olhar para a tela), lembre-se daquela pessoa para a qual você nunca liga porque não tem tempo. Faça com que esse tempo seja útil para você!


Lidar com as emoções, nas diversas situações da vida, não é tarefa fácil, mas um bom trabalho de autoconhecimento pode ajudar a desenvolver a maturidade que você precisa para encontrar o equilíbrio em sua vida.


Tatiana Auler

Terapeuta


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Um Pouco de Poesia...


Suave bambu


Algo se aquietou em mim.

Corredeira dando lugar

A plácido remanso,

Numa paz invulgar.


Algo silenciou em mim.

Furacão que se aplacou,

Sendo suave brisa

Somente o que restou.


Algo já não há em mim.

Fogos de artifício

Que agora descobri

Eram dourado vício.


A rigidez da árvore

Cedeu ao bambu,

Suave curvar.


Edna Farias

Professora de Português/Literatura

Revisora de textos

Aprendiz de poeta

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