O homem está condenado a ser livre. (Sartre)



Essa é a minha frase inspiradora de hoje! São muitas as pessoas que se dizem presas na própria vida, se sentindo amarradas às responsabilidades e às relações. São muitas as pessoas que dizem não ter liberdade para fazer o que querem, dito isso, te pergunto: Por que é tão difícil assumirmos a responsabilidade de nossas escolhas? Assumirmos a responsabilidade de que somos livres para escolhermos o que fazemos com a própria vida? E mais… Assumirmos que estamos escolhendo viver amarrados nas responsabilidades e nas relações? Ou seja, é muito mais fácil, o que não quer dizer que seja o melhor caminho, responsabilizar o outro ou o mundo pelo nosso “aprisionamento” e pelas escolhas “erradas” que fazemos.


Existe uma ideia coletiva de que estar livre é estar sozinho, solteiro, de férias, sem filhos, sem hora… Ok, e se eu pudesse ser um gênio da lâmpada mágica para te proporcionar essa “tal liberdade”, por quanto tempo você a suportaria? Pense sobre isso!


É comum não nos darmos conta, durante tanto tempo, dessa tal “ideia” de liberdade, sabe por quê? Porque temos objetivos que queremos conquistar, que também nos preenchem e nos fazem felizes, objetivos esses que requerem responsabilidade, esforço, dedicação e muitas vezes abrir mão dessa “tal liberdade” para se ter o que se quer. Cá para nós, essa ideia coletiva do que é liberdade é um tanto quanto infantil. A criança, sim, em seu mundo infantil, não suporta a responsabilidade durante muito tempo porque ainda não desenvolveu maturidade para entender que é livre para escolher o que quer fazer com a própria vida, mas que, para conseguir conquistar o que se quer, é necessário esforço e dedicação. A criança recebe tudo na mão: é pega no colo quando está cansada de andar, não precisa fazer sua própria comida, porque não tem maturidade para lidar com facas e fogo, pede o brinquedo e o brinquedo vem como se fosse de graça, mas ele não é, na verdade.


Todos temos a liberdade de escolha, não existe a possibilidade da não escolha, até porque a não escolha, isto é, não escolher algo, já é uma escolha. Você escolhe não escolher, o problema é quando você escolhe não escolher fazer diferente, e assim continua vivendo as mesmas coisas e, então, se coloca no papel de vítima dizendo: Não tenho escolha! Uma dica é você se perguntar: Qual é o motivo que ainda me faz permanecer escolhendo “estar aqui”? Provavelmente, existem algumas coisas de que você não quer abrir mão e, por isso, escolhe não escolher fazer diferente.


Saber que você tem direito de ser livre para fazer uma nova escolha, uma escolha diferente a cada momento, é libertador ou totalmente angustiante! Para sair da sensação da angústia, faça escolhas a seu favor, mude o que não está bom, nem que seja só um pouquinho, mas faça diferente!


Lembre-se: Ninguém é capaz de controlar a sua vida se você não permitir.


Tatiana Auler

Psicóloga Comportamental

CRP 05/56969


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