• Paulo Azevedo

Parece uma obrigação social demonstrar felicidade, alto lá!



Felicidade que depende de fatores externos e aprovação social não é felicidade, talvez no máximo um tipo de vaidade. Os estoicos usavam um termo " eudaimonia" que traduzindo ao pé da letra seria: "viver de acordo com a natureza" e quem respeita isso tem poucas frustrações já que essas são diretamente proporcionais as expectativas.


Felicidade é viver bem, o bem estar momentâneo que alguém não pode roubar de você, é aquele dormir bem, é o sorrir contemplando e dar bom dia a vida todos os dias. "Existir é assumir o dever de ser feliz" já dito por alguém. Esperar a felicidade denota passividade ao mundo, talvez esperando ela não chegará, o justo é ir ao encontro, ser feliz é ação. Esse sentimento, essa sensação não é diária se assim fosse seria banal, felicidade é um "upgrade" em nosso viver, algo que dispara a vontade de ir além, de dividir amor, felicidade é um tipo de amor, amor a virtude e ao caráter que por esse entende sendo a musculatura da alma.


Duvido muito que ações com raízes negativas possam germinar a felicidade, talvez o prazer, mas nem todo prazer quando acaba faz florescer a alegria no coração, vide os viciados em drogas, bebidas, sexo e os bandidos que após o prazer do ato executado vem abraçado com a dor da culpa e remorso.


Repetindo, felicidade é a simplicidade de viver bem, é a boa ação do espírito sobre o corpo, para quem não acredita em espírito, é a mente tranquila sobre as ações do corpo, diferente da infelicidade que é o sofrer passivo imposto pelo mundo. Você escolhe, você ou o mundo? A felicidade é uma escolha.


Paulo Azevedo

Escritor e Filósofo

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