Você quer continuar fazendo o que faz?



Em tempos de quarentena, estamos todos convidados a rever as atividades profissionais. Férias forçadas, trabalho dentro de casa, medo de perder o emprego.... Cada um vive a sua dor... Mas será que, se existisse uma "zona de segurança financeira", uma espécie de garantia sobre o seu futuro, você continuaria a fazer o que está fazendo?


Vamos refletir sobre alguns pontos importantes. O que te mantém nesse trabalho? Dinheiro, estabilidade, propósito de vida, amigos, ambiente...? Tente responder essa pergunta para irmos para a próxima. Dentro da atividade que você faz, pensando exclusivamente nela, de 0 a 100, sendo zero "não suporto" e cem, "sou apaixonada pelo que faço", qual nota você daria? Agora uma última perguntinha simples para continuarmos a nossa análise: quando você era pequeno, o que queria ser quando crescer? E o que aconteceu com esse sonho?


Te faço todas essas perguntas, porque é a partir das perguntas que geramos respostas que tiram a gente da zona de conforto e nos levam a fazer grandes mudanças em nossas vidas.

Você já deve ter ouvido falar que é livre para fazer suas próprias escolhas, mas por que será que escolher é tão difícil? Crenças! São as crenças que construímos ao longo da vida que nos aprisionam em um mundo de medo, angústia, ansiedade, dor... e nos impedem de conquistar o que genuinamente desejamos.


Transformar uma crença pode parecer muito difícil, mas não é. Vou te explicar: a criação de uma crença nada mais é do que um comportamento aprendido. O nosso cérebro é plástico e, por isso, modular. Se treinarmos um novo olhar para o mundo e incluirmos verdadeiramente uma boa emoção nesse treino, nossos neurônios, com a capacidade modular que possuem, são capazes de transformar as crenças antigas e criar, ou seja, aprender, novas crenças. Então não é porque viveu algo difícil em sua vida e achou que não era capaz de ser quem queria ser, que essa crença precisa te condenar para todo o sempre. Pare todos os dias e faça uma meditação, visualizando esse novo "EU" que deseja ser e tente angariar alguma boa emoção. Combinando a visualização com a emoção você será capaz de transformar as suas crenças disfuncionais em crenças funcionais e terá melhores resultados em sua vida.


Aproveite este momento de quarentena para refletir: para que estou trabalhando "nisto"? Qual é o propósito?


Se estiver infeliz com o que faz, não acho que seja justo que você continue vivendo desta maneira. Seja esperto, trace um plano, crie um objetivo e faça a sua vida ser mais leve, divertida e prazerosa para você.


Tatiana Auler

Psicóloga Comportamental

CRP 05/56969

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